Saiba seus direitos e deveres no trânsito

Artigos e Dicas

Heptacampeão do Iron Biker tenta seu primeiro título no Rally Cerapió

Heptacampeão do Iron Biker Brasil, o mineiro Thiago Drews Elias, conhecido pelo nome de guerra,Brou Bruto, confirmou sua participação no Rally Cerapió, que acontecerá entre os dias 25 a 30 de janeiro, nos estados do Ceará e do Piauí. Atleta da equipe Cannondale Free Force, Brou irá unir forças com a equipe piauiense Evo Pro Team, de Teresina para encarar quatro dias de maratona da prova, que este ano completa sua 29ª edição.

Brou, que compete pela categoria Master A-2 (35 a 39 anos), é um atleta a ser batido, já que acumula títulos como o heptacampeonato do Iron Biker Brasil, prova internacional que acontece nas regiões de Ouro Preto e Mariana, reunindo cerca de 1500 ciclistas de vários países.

Thiago Drews Elias, o Brou Bruto – Foto? Divulgação / FCPG1

Thiago Drews Elias, o Brou Bruto – Foto? Divulgação / FCPG1

Além do Iron Biker, Brou é pentacampeão do Big Biker Pro; campeão do 12 Horas de MTB, em 2014, São Paulo; tricampeão do 6 Horas MTB (2011, 2013 e 2015 – São Paulo) e campeão da Taça Brasil de XCO, em 2015. Brou também é brutal em corridas de aventura que reúnem três modalidades – ciclismo, corrida a pé e remo, sendo o atual campeão brasileiro da modalidade, conquistado no Rio de Janeiro, no ano passado, além de campeão na mesma modalidade do XK Traverse, na cidade de Tucuman, na Argentina, em 2014.

O mineiro aceitou o convite do diretor da Equipe Evo Pro Team, Bruno Viana, que é revendedor da marca Cannondale em Teresina.

A competição nordestina já é relativamente familiar a Brou Bruto: em 2011 estava inscrito, mas ainda no avião contraiu uma infecção intestinal e teve que voltar para casa. Já em 2013, participou, competiu bem nas três primeiras etapas e não foi bem na última: “Em 2013 não fui bem, havia atletas mais preparados que eu. Nesse ano estou mais focado e mais treinado. A Equipe Evo será fundamental para mim, porque temos as mesmas vontades e boa estrutura. Na minha categoria competirei com atletas muito fortes, não tem facilidade. A prova irá passar na região de Picos, que tem muitas trilhas e serras, que é o que eu mais gosto, pois meu perfil é prova longa com muita trilha. O calor também me favorece mais que o frio. Espero uma receptividade muito grande aí, porque o pessoal do Ceará e do Piauí compartilha das mesmas ideias que eu e a motivação será recíproca, pois acredito que motivação seja o mais importante para encarar cada dia. Espero fazer uma prova divertida, sei que será sofrido, bruto demais”, disse.

Assim como Brou, outros atletas da equipe estão focados e de olho no pódio do rally, como o tricampeão piauiense de mountain bike e atual campeão piauiense de ciclismo de estrada, Nilo Veloso Neto. Nilo conquistou o campeonato piauiense consecutivamente em 2013 (Sub-30), 2014 e em 2015 na sua atual categoria, a Master A-1.

Nilo Veloso Neto – Foto: Divulgação / FCP

Nilo Veloso Neto – Foto: Divulgação / FCP

Nilo também terminou a última temporada como 5º colocado no ranking nacional de mountain bike XCM (maratona) e foi o 7º colocado no Campeonato Brasileiro de MTB Maratona, realizado em Picos, no ano passado.

“Será minha quinta participação no Cerapió, no qual meu melhor resultado foi no ano passado, com o vice-campeonato. Este ano, quero ser campeão. Tenho intensificado os treinos e acredito que o percurso está bem elaborado, com dificuldade maior na primeira etapa, no Ceará, devido à altimetria, pois não temos aqui esse tipo de terreno para treino”, disse.

Na categoria Elite, o Cerapió terá a presença do atual campeão piauiense de MTB, Marcelo Trindade (Evo Pro Team) e que vai buscar bons resultados, aproveitando a boa fase física e técnica.

A pentacampeã piauiense de mountain bike, Carmem Castro, que mora em Parnaíba, no litoral do Piauí, também é nome forte na equipe, mas deve participar apenas das etapas finais do rally, que terá pontuação válida pelo Campeonato Piauiense de Mountain Bike. Carmem foi vice-campeã do Piocerá 2015, categoria Elite, que teve como campeã a cearense Joana Nóbrega, e 3º lugar no Piocerá 2013. A outra atleta Evo confirmada é Karine Frota, há pouco mais de um ano praticando o MTB.

A equipe Evo vai mesmo em busca de vitórias, afinal Matheus Sousa, que mora na cidade de Altos, próximo a Teresina, é um dos destaques estaduais. Com apenas 16 anos, ele é três vezes campeão piauiense de MTB, campeão Norte-Nordeste de MTB, 2º colocado na prova 100 KM de Brasília, no ano passado, campeão Norte-Nordeste de Ciclismo (speed), todos na categoria juvenil. No Rally Piocerá 2015 conquistou o título de campeão já na categoria júnior. “Agora entro de vez para a categoria júnior e espero um grau bem elevado de dificuldade na prova, que é desgastante e vai exigir de todos os atletas um preparo físico excelente para concluir bem os quatro dias”, considera. Compõem ainda a equipe os atletas piauienses Márcio Pessoa, categoria Master A-1, e Alberto Luiz Chaves, da Master B-1.

O Rally Cerapió terá as duas etapas finais, em solo piauiense, valendo pela abertura do Campeonato Piauiense de Mountain Bike, evento oficial da Federação de Ciclismo do Piauí – FCP. No dia 29 de janeiro, sendo o trecho Picos a Ipiranga, com 65 km de percurso, e no dia 30, um circuito de 75 km com largada e chegada no Parque Potycabana, em Teresina. O presidente da FCP, George Rodrigues, informa que as duas etapas valerão como uma para efeito do ranking estadual. As inscrições continuam abertas no site  www.cerapio.com.br

Fonte: mtbbrasilia.com.br

Ciclismo Mountain Bike

Mountain Bike Jogos Olímpicos 2016

História

Assim como o BMX, o mountain bike surgiu da curiosidade e da ânsia por aventura dos norte-americanos da década de 1970. Foi no estado da Califórnia que ciclistas que buscavam uma experiência diferente do asfalto das estradas resolveram enfrentar trilhas e terrenos acidentados com suas bicicletas.

Um grupo de San Francisco ajudou bastante na divulgação da modalidade ao realizar um dos primeiros campeonatos de mountain bike. A prova, disputada entre os anos de 1976 e 1979, ocorreu nas proximidades da famosa ponte Golden Gate e acabou atraindo bastante interesse para a nova vertente do ciclismo.

Em 1983, os norte-americanos realizaram o primeiro campeonato nacional do esporte. Com o crescimento nos Estados Unidos e em outros países da Europa e na Austrália, o mountain bike teve seu primeiro Mundial realizado em 1990, já sob a sanção da União Ciclística Internacional (UCI). A partir de então, não demorou tanto para que a modalidade chegasse aos Jogos Olímpicos. A estreia veio justamente no berço do esporte — os Estados Unidos — em Atlanta-1996.

A bicicleta do mountain bike tem pneus mais largos do que a de estrada, além de amortecedores traseiros e dianteiros, para diminuir o impacto para os atletas nos terrenos acidentados do percurso. O material utilizado, também por conta do impacto, é mais resistente. Entretanto, não deixa a bicicleta tão pesada, ficando com cerca de 8kg a 9kg.

Curiosidades


Território francês

Desde que o mountain bike começou a ser disputado, nos Jogos de Atlanta-1996, a França ganhou pelo menos uma medalha por edição. O primeiro a subir no pódio olímpico foi Miguel Martinez, bronze na prova masculina em 1996. Depois da estreia no terceiro lugar, os franceses melhoraram muito o desempenho.

A partir de Sidney-2000, a França não deixou de conquistar pelo menos um ouro no mountain bike. O primeiro deles foi justamente com Miguel Martinez, campeão da prova masculina na Austrália. Depois dele veio Julien Absalon, medalha de ouro tanto em Atenas-2004 quanto em Pequim-2008. Por último, a francesa Julie Bresset tornou-se a primeira representante do país a conquistar uma medalha de ouro no feminino.

Dois bicampeões

O mountain bike olímpico teve, até agora, 10 medalhas de ouro distribuídas. No Rio de Janeiro, mais duas estarão em disputa. De Atlanta-1996 a Londres-2012, apenas dois atletas conseguiram conquistar a medalha de ouro duas vezes, o que deixa a modalidade com 8 campeões diferentes.

Os únicos a conseguir repetir o título foram a italiana Paola Pezzo, medalha de ouro em Atlanta-1996 e Sidney-2000, e o francês Julien Absalon, campeão no masculino em Atenas-2004 e Pequim-2008. O curioso é que ambos foram campeões em edições consecutivas. Assim, a também francesa Julie Bresset e o tcheco Jaroslav Kulhavy, campeões em Londres-2012, terão a chance de repetir o feito no Brasil.

Fonte: brasil2016.gov.br

Seleção Brasileira feminina defende título no Tour de San Luis

Competição argentina reunirá as melhores ciclistas da atualidade entre os dias 10 e 15 de janeiro

Motivada pelo campeonato conquistado por Janildes Fernandes em 2015, a Seleção Brasileira feminina de Ciclismo de Estrada embarcou nesta terça, 05, para a Argentina, onde defende o título do Tour Feminino de San Luis 2016. A competição será válida pela União Ciclística Internacional e terá a duração de seis etapas, começando no dia 10 e seguindo até o dia 15 de janeiro e estará reunindo grandes nomes do esporte.

Para testar os treinos e fazer uma avaliação das adversárias, as ciclistas brasileiras estreiam competindo no GP San Luis, que acontece no dia 9 de janeiro, antecedendo a volta ciclística. Na edição passada o Brasil conquistou a segunda colocação com Luciene Ferreira, da equipe Funvic, e terceira com Clemilda Fernandes, da seleção.

A equipe brasileira estará competindo na Argentina com Ana Paula Polegatch, Camila Coelho, Clemilda Fernandes, Flávia Oliveira e Janildes Fernandes. A comissão técnica será formada pela dirigente Renata Gavinho, o fisioterapeuta Jivago Salinet e o mecânico Pablo Sani.

No primeiro desafio, dia 9, o grupo brasileiro encara uma jornada de 73,5 km pelo GP San Luis. Já no dia seguinte as atletas iniciam a primeira etapa do Tour com a disputa de uma prova de circuito, montado na cidade de San Luis, com distância total de 110,3 km. O Brasil também estará representado nas competições pela equipe Funvic, e também pela ciclista Luciene Ferreira que agora defende a equipe argentina Itaú/Shimano.

Programação completa

GP San Luis

09/01 – El Volcan/El Volcan – 73,5km

Tour Feminino de San Luis

1ª etapa (10/01) – El Durazno/El Durazno – 110,3km

2ª etapa (11/01) – Villa Mercedez/Villa Mercedez – 98,6km

3ª etapa (12/01) – Naschel/Merlo – 121,3km

4ª etapa (13/01) – El Durazno/El Durazno (CRI) – 12,8km

5ª etapa (14/01) – Juana Koslay/Mirador del Potrero – 97,4km

6ª etapa (15/01) – San Luis/San Luis – 79,6km

Fonte: www.pedal.com.br

7 maneiras de simples de melhorar sua aerodinâmica

A galera do Bikeradar bateu um papo com Chris Yu, engenheiro de aerodinâmica da Specialized, e pegou umas dicas bem legais para ganhar mais aerodinâmica e velocidade, tiradas diretamente dos estudos no túnel vento da empresa americana.

1. Use roupas justas

Da próxima vez que você for comprar roupas de ciclismo, procure por modelos justos. Com isso, você diminui o arrasto aerodinâmico causado pelas dobras das roupas. “É o melhor custo-benefício”, diz o engenheiro.

. Roupas justas ajudam muito. Foto: Ben Delaney / Immediate Media

Se a crise econômica e o dólar alto pegaram você em cheio, aqui no Brasil existem alguns fabricantes que fornecem macaquinhos de contra-relógio com bolsos traseiros. Embora não seja tão prático quanto um conjunto bretelle + camiseta, essa combinação é funcional e faz uma boa diferença em velocidades mais altas.

Raspe as pernas

Quer ser 50 segundos mais rápido em um contra-relógio de 40 quilômetros e ainda ganhar um visual de ciclista profissional? Então perca a vergonha e raspe as pernas. Se alguém fizer gracinha, mostre este vídeo para o cidadão.

Pernas depiladas melhoram a aerodinâmica. Foto: Ben Delaney / Immediate Media

Compre um capacete aero

Ok, um capacete aerodinâmico não se encaixa na categoria de equipamentos baratos. Porém, uma hora ou outra você vai precisar trocar o seu capacete e, nesta hora, investir num modelo mais aerodinâmico pode ser uma boa aposta para ganhar alguns segundos nos seus pedais.

Porém, tome cuidado. Alguns capacetes aerodinâmicos tem uma ventilação um pouco pior do que os tradicionais, o que os torna mais quente em velocidades baixas e subidas inclinadas. Porém, capacetes aerodinâmicos são feitos para pedais em alta velocidade e não para encarar montanhas.

Tire o corta-vento de uma vez

Em pleno verão brasileiro, o frio ao sair de casa de manhã não costuma ser um problema. Porém, quando o tempo esfria no inverno, é bastante comum sairmos de casa com um corta-vento. Com o aumento da temperatura durante o pedal, muitos ciclistas tem o (péssimo) hábito de abrir o zíper do corta-vento para usar ele aberto ao em vez de parar para tirá-lo por completo.

Em uma simulação realizada por Chris Yu no túnel de vento da Specilized, utilizar o corta-vento aberto ao em vez de tirá-lo resultou em uma perda de até 10 minutos em um pedal de 80km. Ou seja: daria tempo de tirar a jaqueta, dobra-la com calma, colocar no bolso traseiro, sentar no acostamento, comer uma bananinha, bater um papo com o colega mais próximo e ainda assim ser mais rápido. Como diria do ditado “a pressa é inimiga da perfeição”.

Faça um bike fit

Se você parar para pensar, nenhum componente da bicicleta é tão grande ou pesado quanto o próprio ciclista. Por isso, não é de se surpreender que a maior parte do arrasto aerodinâmico seja justamente você.

“Um bike fit profissional vai colocar você em uma posição mais confortável e eficiente. Além disso, ele pode colocar você em uma posição melhor para pedalar bastante tempo nos drops e não nos hoods. Outro detalhe importante é que o fit pode ajudar a diminuir o movimento lateral dos joelhos, que acaba aumentando sua área frontal”, completou Chris Yu.

 

Fonte: Bikeradar

Planaltina DF, cidade-mãe, nossa base!

Conheça um pouco mais de nossa cidade!

 

Sendo a formadora de importantes bacias hidrográficas como as nascentes constituídas pelas Águas Emendadas, córregos; Vereda Grande, Brejinho e Fumal, que desaguam nos rios Maranhão, Tocantins, São Bartolomeu, Corumbá, Paranaíba e Paranã, contando ainda com uma diversificada e riquíssima biodiversidade, somada à sua posição geográfica estratégica situada na região central do território brasileiro, Planaltina possui um rico acervo histórico e cultural arquivados desde 1590, quando sua história começou a ser contada pelos primeiros desbravadores.

Desde a época do Brasil-colônia, nossa região já era rota natural de tropeiros, viajantes, expedicionários, bandeirantes, garimpeiros, aventureiros e todo tipo de indivíduos que cruzavam o país de um lado a outro, vindos da Bahia, Minas Gerais e São Paulo, desbravando, colonizando e explorando suas riquezas naturais.

Em meados do século XVII, o tráfego de tropeiros, expedicionários e bandeirantes à procura de riquezas naturais era intenso. Um bom exemplo foi o caso de Anhanguera, que por volta de 1722, aqui chegou com sua expedição à procura do lendário ouro dos índios Goyá. Para sua surpresa, ele não encontrou ouro, mas deparou com uma tribo de indígenas que viviam no chapadão brasiliense como Adão e Eva no paraíso, ou seja, absolutamente nus e levavam uma vida pacífica e despreocupada, caçando e pescando, revelando a grandiosidade de nosso Centro-Oeste brasileiro, desde a era colonial. Foi mais ou menos nesse período, 1770, que um ferreiro conhecido como Mestre D’armas aqui se instalou para atender viajantes, tropeiros, garimpeiros e as expedições que usavam as trilhas e picadas vindas das regiões litorâneas, sul, sudeste, norte e nordeste.

Na época em que o Brasil ainda era considerado Vice-Reino de Portugal, em 1811, foi criado o arraial Mestre D’armas que em 1851 tornou-se Vila, e no dia 19 de agosto de 1859, foi elevado à categoria de Distrito Mestre D’armas. Data em que hoje é comemorado o aniversário de Planaltina-DF.

O evento de destaque ocorrido em 1892 foi a demarcação da área de 14.000 Km² reservada à edificação da futura capital do país. Em 1910, a Vila ou distrito de Mestre D’armas passou a se chamar Altamir por estar situada no extenso chapadão hoje conhecido como Planalto Central. Em 14 de julho de 1917, Altamir foi rebatizada com Planaltina.

Em 1922, entres os paralelos 15 e 20, para comemorar o centenário da independência, no topo do morro do centenário, a uma altitude de 1033 metros, foi concluída a demarcação e edificado o marco histórico que definia a região central do território brasileiro conhecido com Pedra Fundamental, onde, 38 anos mais tarde, no dia 21 de abril de 1960, Brasília, a capital da república e da esperança foi inaugurada.

Com a instalação e construção da capital do Brasil no planalto central, a região despertou para o desenvolvimento e a expansão inesperada atingiu em cheio a pacata Planaltina e a cidade-mãe de Brasília, inchou assustadoramente com a criação de diversos bairros como a Vila Buritis, Vale do Amanhecer, Jardim Roriz, Arapoangas e as Estâncias.

 

Para saber mais:

http://www.planaltina.df.gov.br/sobre-a-ra-vi/conheca-planaltina-ra-vi.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Planaltina_%28Distrito_Federal%29

Recomendações a ciclistas, pedestres e motoristas

O GDF está lançando a Ciclovida, uma série de ações que vai fazer o DF inteiro andar de bicicleta. Uma enorme malha cicloviária está sendo construída e, em breve, será possível ir de um ponto a outro do DF apenas pedalando. Assim, a bicicleta passará a ser mais que um lazer, será um meio de transporte que, além de ecológico e saudável, irá melhorar o trânsito da nossa cidade. Para todo mundo andar com segurança e existir uma boa convivência entre ciclistas, motoristas e pedestres, preste bastante atenção nas recomendações a seguir:

Recomendações aos pedestres

As ciclovias são para uso dos ciclistas, a não ser que haja sinalização específica que permita o acesso. Para os pedestres, existem calçadas. O GDF está investindo nas reformas e construção das calçadas, com a garantia de acessibilidade.

Atenção com o trânsito de bicicletas. Como são silenciosas, são mais difíceis de serem notadas. Olhe sempre para os dois lados ao atravessar uma via ou ciclovia.

Recomendações aos ciclistas

A bicicleta faz parte do trânsito;

Faça-se visível;

Sinalize suas intenções;

Agradeça e seja cordial;

Nunca trafegue na direção contrária à via dos carros;

Respeite as leis de trânsito e itens de segurança obrigatórios da bicicleta (retrovisor esquerdo, campainha, sinalização noturna traseira e dianteira, refletores laterais e nos pedais);

Utilize refletores e iluminação à noite;

Cuidado com os pedestres;

Recomenda-se o uso do capacete;

Ande no lado direito da pista, mas fique atento a portas de carros e outros obstáculos;

Planeje seu caminho antes de iniciá-lo e dê preferência a vias de menor tráfego;

O tráfego em calçadas só é permitido quando sinalizado;

Nas travessias de pedestre, o ciclista deve descer da bicicleta e atravessar como pedestre;

Nas travessias exclusivas de ciclovia, o ciclista deve parar a bicicleta e fazer o sinal de vida.

Recomendações aos motoristas

A bicicleta faz parte do trânsito. Cuidado com o ciclista;

Ao ultrapassar um ciclista, dê a distância lateral mínima de um metro e meio (1,5 m) e diminua a velocidade;

Para entrar à direita, sair da via, entrar em um retorno, em uma tesourinha ou parar em um acostamento, nunca acelere para ultrapassar o ciclista. Reduza a velocidade e aguarde a passagem do ciclista. A preferência é do ciclista;

Respeite os limites da velocidade da via e sinalize com setas;

Respeite as faixas de pedestre e as faixas de travessia de ciclistas.

 

Publicado em Notícias
Fonte: