Saiba seus direitos e deveres no trânsito

Artigos e Dicas

Aprenda como fazer protetor de quadro na área da corrente com PEDALERIA!

Com as pancadas da corrente, a pintura fica descascada

Você já reparou que na MTB ou urbana com marchas a corrente bate muito no chainstay? Cada vez que a bike passa por um buraco na rua isso acontece, nas trilha então, bate sem parar, e em pouco tempo a pintura está toda machucada, e dependendo da idade do quadro, o tubo chega a gastar, ficando com a parede mais fina de tanto a corrente bater nele.

Pancadas da corrente no quadro descascam a pintura.

A solução é simples mas ainda tem muita gente que não sabe, basta pegar uma tira de câmara de ar e enrolar no tubo, você começa perto da gancheira e vai até a região do pneu, finalizando com uma cinta de nylon. A câmara pode ser de Road Bike (bicicleta de estrada), basta abrir ela no meio, se a câmara for mais larga, corte uma tira de aproximadamente 3cm de largura.

Esse protetor é fácil de fazer mas pode não ser a melhor solução para sua bike, a maioria dos quadros tem o cabo do câmbio traseiro passando por baixo do “chainstay” (nome daquele tubo), e se o cabo for muito rente ao quadro, vai ficar pegando na borracha, e isso pode atrapalhar as trocas de marcha. Quando a rota do cabo é por cima, vindo pelo tubo superior da bike, você fica mais a vontade para enrolar a borracha, usando o espaço a vontade.

Outro detalhe desse tipo solução, é que ela não fica muito bonita, a pesar de proteger bem o quadro. Muita gente não gosta do efeito da sobreposição de camadas de borracha, fica com vários anéis, o modelo mais bonito para esse protetor é mais liso, vem nos quadros caros.
Essa peça é moldada no formato do quadro, e mesmo que você esteja disposto a pagar caro por ela, pode ser que o formato não encaixe bem na sus bike, então é melhor fazer uma na medida!

Nas bicicletas mais caras, o protetor de quadro é moldado no formato do tubo.

MATERIAIS
Vamos precisar de uma borracha mais firme, pode ser também um EVA de 2,5mm, mas uma câmara de ar mais grossa também serve, e isso consegue de graça nas oficinas. Tenha em mãos também de cola de contato, fita crepe, papel e lápis.

Câmara de ar, cola de contato, fita crepe, papel, lápis e tesoura, são os materiais necessários para fazer seu protetor de quadro.

Primeiro vamos delimitar a área de cobertura da borracha com a fita crepe, assim a gente fica mais a vontade para passar cola sem deixar tudo sujo. A cola de contato é aquela que a gente passa nas 2 peças, espera secar e gruda uma na outra.
Quando estiver escolhendo a área, proteja bem o quadro na região do cassette, ali sempre fica estragado pelos choques da corrente.

Escolha o formato da borracha protetora “desenhando” com a fita crepe.

Feito o desenho com a fita crepe, vamos copiar essa forma em um pedaço de papel. Fixe um retângulo da folha pra não ter erro durante a cópia, contorne bem o tubo, use a unha pra vincar a folha no perímetro da fita crepe, depois passe o lápis.
Recorte a folha e dê uma conferida no encaixe, fazendo ajustes se necessário, esse é o gabarito, agora é só cortar a borracha nesse formato.

Limpe bem o protetor e o quadro com álcool antes de passar cola. Passe cola e deixe secar por uns 10 minutos antes de unir as 2 partes. Esse tipo de colagem é única, não dá pra ficar ajeitando, cola na hora, então capricha na pontaria.

Instale a borracha a partir da frente, se der algum problema, o defeito fica na parte interna do tubo!

A peça fica bem moldada ao formato do quadro, e o acabamento é perfeito!

O protetor fica perfeito e discreto, e se um dia você quiser tira-lo, é só puxar e limpar a cola seca com gasolina.

Bom Pedal!


Sobre o Autor

Edu Capivara

Edu Capivara é Delegado Internacional do Biketrial no Brasil desde 1991 e introdutor do esporte em meados da década de 80. É amigo pessoal de Pedro Pi, o inventor do Biketrial e de toda a cúpula da BIU (Biketrial International Union) . Profundo conhecedor do mundo da bike, começou suas aventuras em modalidades como o BMX e o Mountain Bike no início desses esportes no Brasil. Já participou de campeonatos mundiais de biketrial pelo mundo todo, inclusive do primeiro, em 1986 na Europa.

Fonte: www.pedaleria.com.br

Como encarar lama no MTB sem caos

Saiba quais técnicas usar para encarar a lama no MTB sem perder a velocidade e o controle da bike.

Além de ser praticamente inevitável, a lama é um dos terrenos mais divertidos do mountain bike — desde que você saiba como lidar com ela. Por isso, conversamos com Thiago Boaretto, atleta da Specialized Factory Racing e da Staminas Bike Team, campeão paulista de cross country, três vezes campeão paulista de downhill, vice-campeão brasileiro de enduro e atual campeão da Copa América de Downhill 4x, que deu algumas dicas de como encarar a lama no MTB sem perder a velocidade e o controle da bike.

Seja suave

Em um terreno instável como a lama, qualquer movimento brusco pode dificultar a pilotagem. Por isso, deve-se ser menos agressivo, evitando frenagens súbitas ou mudanças de direção repentinas que podem desestabilizar a bike.

Não fique na defensiva

Um dos maiores erros na lama é ficar na defensiva, posicionando o corpo muito para trás. Nessa posição, o pneu dianteiro da bicicleta perde poder de frenagem e aderência nas curvas. O ideal é manter o peso levemente na traseira, mas sem exagerar, com o quadril um pouco para trás do selim e as pernas semiflexionadas. Contudo, se a lama estiver muito funda, deve-se concentrar mais o peso para trás, para ter mais aderência na roda traseira e evitar que a frente da bike afunde. 

Pneus para lama

Para rodar na lama, prefira pneus com cravos altos. Porém, se eles estiverem muito juntos, irão favorecer o acúmulo de lama, o que dificultará a pilotagem. Por isso, aposte em modelos de pneus com cravos altos, porém bem espaçados, que evitam o acúmulo de barro. Evite ainda manter os freios acionados por muito tempo, já que a roda travada perde a capacidade de eliminar a lama acumulada.

Busque tração

Evite poças e trechos onde a marca dos pneus esteja mais profunda. Prefira caminhos alternativos como terrenos forrados com folhas, o que diminui a perda de velocidade e o risco de escorregar. Todavia, se a única alternativa for passar por poças ou lama profunda, jogue o corpo ligeiramente para trás, evitando o afundamento da roda dianteira, o que desestabilizaria a bike. Outra dica para não perder a tração nessas situações é usar uma marcha mais leve  e aumentar o giro. Também é prudente evitar passar por cima de pedras, já que costumam ficar bastante escorregadias por conta da lama.

Não escorregue no equipamento

Alguns itens são fundamentas para pedalar na lama. Um bom par de luvas evita que as mãos escorreguem no guidão. Já óculos com lentes antiembaçantes protegem os olhos da terra que voa dos pneus. Não esqueça também de utilizar um bom lubrificante para condições úmidas, óleos de baixa viscosidade e, se possível, com teflon.

Por Gustavo Figueiredo

Fonte: http://prologo.ativo.com/mountain-bike/como-encarar-lama-no-mtb-sem-caos-2/

As 5 melhores dicas para um treino de Mountain Bike!

Foto: Divulgação

Há algo sobre pegar uma bicicleta de MTB e sair para pedalar. Talvez seja a sensação de saltar ao longo de terrenos acidentados, ou a emoção de subir morros íngremes e batendo fortemente em torno de curvas apertadas.

Você não precisa ser um profissional para entrar no mountain bike, mas você não pode simplesmente pular em uma bicicleta e para o esporte imediatamente, qualquer um. Mountain bike requer uma combinação de força, resistência e habilidade.

Para obter essa combinação certa, você precisa treinar, e quão duro você treinar depende de quão sério você é sobre o esporte. Pilotos de fim de semana pode precisar de um pouco mais do que o equipamento certo, um pouco de prática e um bom warm-up, mas quem quer ser mountain bike pros talvez precise passar meses – ou até anos – aperfeiçoando suas técnicas e truques.

Aprenda agora algumas dicas úteis sobre como preparar-se, construir a sua resistência e ficar seguro enquanto mountain bike.

Dica 1 – A escolha da Bike

Se você vai de MTB , você precisa comprar uma bicicleta. Mountain bikes podem variar de cerca de R$ 500 ou até passar dos R$ 20.000, para que você vai querer ter um orçamento em mente . As bikes mais caras são projetados para os pilotos sérios , porque eles são feitos de materiais de alta qualidade como aço de classe superior, carbono ou alumínio , e eles oferecem mais acessórios e habilidades para ter o melhor desempenho.

Mountain bikes vêm em diversos estilos diferentes, dependendo de onde você está planejando para montar

  • Bikes de cross-country (também chamados de bicicletas XC ) são leves e eficientes. Eles são ótimas para trilhas lisas com colinas , mas você não gostaria de levá-la em terrenos muito acidentados.
  • Bikes trail são modificadas, bikes de cross-country com uma suspensão mais macia para lidar com obstáculos maiores.
  • Bikes de all-mountain foram construídos para lidar com terrenos acidentados. Eles são mais pesadas ​​do que as de cross-country , e pode subir morros com facilidade.
  • Bikes Downhill são feitas para a velocidade. Eles têm a maior suspensão de qualquer mountain bike e pode levar ao abuso de cursos irregulares com descidas íngremes , mas eles não são ideais para passeios a subida .
  • Bikes freeride são mais fáceis de pedalar que bikes de downhill . Suas rodas grossas e suspensão de longo curso torná-as bons para saltos , acrobacias e grandes descidas.

Mountain bikes também vêm com dois tipos de suspensão, que protegem a bike e piloto do choque de terrenos acidentados :

  • Bicicletas de suspensão total ou Full Suspension tem tanto suspensão dianteira quanto traseira . Elas são mais pesadas ​​, mais confortável e mais fácil de controlar do que as bicicletas hardtail .
  • Bikes hardtail ter um garfo da suspensão dianteira , mas sem suspensão traseira . Eles são mais leves e pedalar de forma mais eficiente do que a suspensão integral, e eles são mais duráveis ​​para passeios off-road .

Dica 2 – Quais equipamentos utilizar?

Uma vez que você tenha escolhido a sua bike, você vai precisar de alguns equipamentos para protegê-lo contra os elementos e mantê-lo seguro na trilha.

– Para vestuário, calções almofadados irá mantê-lo mais confortável em longos passeios. Adicionar uma jaqueta à prova d’água, no caso das mudanças climáticas e uma camisa reflexiva se você vai estar andando à noite. Joelheiras e cotoveleiras vão ajudar a protegê-lo contra arranhões e quedas, e luvas vai manter as mãos quentes e proteger contra bolhas quando você segurar o guidão.

– Escolha um capacete que foi certificado por uma organização de segurança, tais como a Inmetro. O capacete deve caber confortavelmente, e não deve se mover quando você inclina sua cabeça. Aberturas extra vai aumentar a circulação de ar para a sua cabeça, mantendo-a fresca.

– Se você tem pedais, você precisa de sapatos que se encaixam em travas dos seus pedais. Eles devem ser confortáveis, duráveis ​​e têm um disco exclusivo para ajudá-lo a pedalar com mais eficiência. Adicionar meias de ciclismo grossas para evitar bolhas.

– Um bom par de óculos de sol protege os olhos dos raios ultravioleta do sol, e impedir a entrada de sujeira, vento e insetos. Escolha lentes inquebráveis ​​com alta proteção UV.

– A água é um must-have para que você não ficar desidratado. Certifique-se de tomar um copo a cada 20 minutos ou mais, mesmo se você não estiver com sede. Se você não quer pegar continuamente uma garrafa enquanto você pedala, obtenha um sistema de mochila-de-hidratação.  Além disso, levar um lanche, como uma barra de proteína ou um pedaço de fruta, para mantê-lo.

Dica 3 – Cuidados na pedalada

 

Tal como acontece com outros esportes, mountain bike tem seu próprio conjunto de regras, muitas das quais foram criadas pela Associação Internacional de Mountain Bike. Aqui estão algumas regras fundamentais para se lembrar:

  • Andar apenas em trilhas abertas: Siga sempre os sinais e marcadores de rota, e conhecer as trilhas bem.
  • Permanecer no controle: Cuidado com a velocidade, mais devagar em torno de curvas apertadas, e não tente nenhum truque para além do seu nível de habilidade.
  • Rendimento da trilha: Quando você chegar perto de outra pessoa, mais devagar. Deixe-os saber que você está se aproximando e sinal de que você quer passar.
  • Seja preparado: Trazer um kit de reparo e suprimentos extras, assim você não precisa ficar preso na trilha.
  • Limpar: Qualquer lixo que você levar com você deveria voltar para casa com você, ou ser eliminados de forma adequada.
  • Cuidado com os animais: Nunca aproxime-se de animais selvagens ou assuste-os.

Dica 4 – O preparo físico é importante?

Mountain bike exige força, resistência e habilidade. Você nunca quer andar 50 km por terrenos acidentados em seu primeiro dia. Você deve construir a sua resistência e aumentar a sua capacidade aeróbica para que você possa lidar com passeios mais longos , e praticar suas habilidades lentamente. Aqui estão algumas técnicas de treinamento :

– Subir e descer morros, alternadas com intervalos de velocidade em trechos retos de estrada. Seu objetivo é fazer com que o seu ritmo cardíaco até 50 a 85 por cento de seu máximo [fonte: American Heart Association].

– Pratique pedalar com sua bike em uma variedade de terrenos , a partir de áreas arborizadas aos montes . Tente abordar rochas, grama e afiada voltas até sentir -se que você pode manter a sua bike sob controle, não importa o que está na frente de você .

– Cada vez que você pedalar , tomar pelo menos 20 minutos antes para se aquecer. Isso aumenta o fluxo sanguíneo para os músculos , isso tornará menos provável que você possa prejudicá-los .

– Para a primeira parte do seu warm-up, andar de bicicleta estacionária ou levar sua bicicleta de montanha por um trecho reto da estrada. Comece com altas RPMs (cerca de 90) e baixa resistência . Após cerca de 10 minutos, acrescente um pouco de resistência. Então, ficar fora de sua bike e esticar seus músculos , especialmente o quadríceps , isquiotibiais , panturrilhas, parte inferior das costas , pescoço e ombros. Finalmente, pedalar novamente por 10 a 20 minutos para aumentar sua freqüência cardíaca .

– Fazer outros tipos de exercícios regularmente – também conhecido como cross-training – pode ajudar a sua musculatura que você vai usar para mountain bike e dar-lhe a resistência aeróbia que você precisa para longos passeios. Nadar, caminhar e exercitar-se com pesos para ficar em forma.

Dica 5 – A escolha do percurso

Ao escolher uma trilha, escolher sabiamente com base em seu nível de habilidade e quão longe você quer montar .

Iniciantes:  devem pedalar em trilhas planas e planas , com poucas curvas ou descidas íngremes. Essas trilhas deve ser bastante semelhante ao pedalar na estrada.

Intermediários: vão querer algumas pedras no caminho , montanhas , trilhas estreitas e ziguezague ( trilhas em ziguezague ) para desafiá-los . Antes de tentar essas trilhas , você vai querer estar em boa forma aeróbica e ter pelo menos algumas habilidades técnicas.

Avançados: pode tentar trilhas mais técnicas ou ir para passeios mais longos .

Profissionais:  vão querer o desafio de, trilhas técnicas longas com muitas pedras, ziguezague , alta subidas íngremes , quedas e torções apertadas. Novatos não devem tentar essas trilhas.
Como você sabe que você encontrou um caminho que vale a pena andar ?

Uma boa trilha deve ter:

– A abundância de sinais para mostrar onde você está indo
– Sinais que indicam o nível de habilidade necessária para pedalar na trilha
– Terreno que não é muito lamacento
– Alternando corridas claras e áreas mais técnicas, com pedras, saltos e ziguezague apertados.

Fonte: Revista Bicicleta

Tudo o que você queria saber sobre o Strava, mas não tinha a quem perguntar

Confira dicas para usar o Strava em seus treinamentos

Do Bikemagazine
Fotos de divulgação Strava

Olá leitores do Bikemagazine,

Segundo sugestões, escrevi um texto sobre Strava e treinamento. O Strava é algo do tipo “ame ou odeie”, especialmente por causa do seu ambiente competitivo e pela disputa de segmentos. Quando ouvi falar do Strava pela primeira vez há alguns anos, eu torci o nariz para ele. O texto de divulgação dizia algo como “transforme qualquer treino em uma corrida” e “dispute com os outros mesmo quando estiver pedalando sozinho”. Sem chegar a conhecer o aplicativo e o site, pensei que jamais nenhuma coisa virtual iria substituir o prazer de pedalar com os outros e competir junto com outras pessoas.

Mas eu estava muito errado, pois o Strava é muito mais do que isso. Além de ser uma comunidade virtual, é também uma gigantesca fonte de informações e ferramenta de apoio ao treinamento. Nele estão muitos dos nossos parceiros de pedal, ciclistas que admiramos, ciclistas que nem conhecemos, profissionais, ex-profissionais, iniciantes, experientes… treinos, provas e até mesmo o deslocamento diário para o trabalho pipocam o tempo todo na timeline.

Quando mudei de cidade tempos atrás, usei o Strava para descobrir onde as pessoas treinam, em quais horários, em quais dias da semana, e quem eram essas pessoas. Conhecendo bem os recursos, você também pode comparar esforços, saber quem cruzou com você na estrada, onde o pessoal faz paradas durante os treinos, o quanto seu amigo estava se esforçando naquela trilha difícil, acompanhar seu próprio desenvolvimento, estipular metas e muito mais.

Vou abordar alguns dos vários pontos interessantes e como eles podem ser úteis na sua rotina de treinamento. Todas as funcionalidades mencionadas estão disponíveis para os membros free, mas também vou falar um pouco daquelas exclusivas aos membros Premium.

Dica #1: Navegue no Strava pelo computador
O aplicativo é prático e simples, mas perde muitos – quase todos – recursos. Tudo que vou mostrar adiante, por exemplo, é baseado no Strava via navegador. Sei que muitas pessoas ainda não tiveram a oportunidade ou a curiosidade de explorar o site e ver o que tem lá. Se você é um deles, faça-o! Você vai perceber que ele tem navegabilidade simples, com uma interface muito leve, clara e funcional. Há até uma incrível extensão para o navegador Google Chrome, chamada StravistiX (dentre outras semelhantes, mas que nunca testei), que adiciona dezenas de funcionalidades às páginas do Strava.

Dica #2: App ou unidade GPS?
Quem não tem cão caça com gato, e quem não tem Garmin registra as atividades com o aplicativo para smartphones. É o caso da maioria dos usuários, segundo a própria empresa. Há quem pense que os celulares são imprecisos, o que é verdade apenas em parte. Ao usar o aplicativo, suas distâncias, velocidades e tempo (inclusive em segmentos) serão bem precisos, exceto em caso de perda de sinal de GPS – o que também pode acontecer com o Garmin. O problema do aplicativo é que a elevação acumulada costuma ser exagerada.

Explico: as unidades GPS como os Garmin possuem altímetro barométrico integrado, portanto a altimetria do percurso será bem precisa. Já o aplicativo usa um banco de dados geográficos para saber quantos metros você subiu e desceu, e nem sempre essas informações são precisas ou coerentes, e tendem a apresentar resultados muito acima da realidade.

Dica #3: Acompanhe seu treinamento
O Strava é , antes de tudo, um excelente training logger. A internet está cheia deles, e alguns são bem conhecidos, como o Endemondo e o Garmin Connect. Veja bem: faz parte do meu trabalho como treinador analisar sistematicamente os registros de treinos dos atletas. Faço isso em um software específico, mas às vezes preciso apenas dar uma olhada se o aluno cumpriu corretamente o treino, ou qual foi a FC alcançada em um exercício prescrito em X watts de potência. O Connect, por exemplo, é uma dor: lento, confuso e pouco intuitivo. O Strava, por outro lado, é leve e funcional.

O gráfico de atividades de uma ciclista de alto nível

A página do perfil de qualquer membro já apresenta um gráfico simples e interessante, mostrando o volume de treinos semanal ou mensal em tempo, distância ou ganho de elevação. Experimente ver o seu gráfico e o do seus amigos. Atletas que seguem religiosamente suas rotinas de treinamento costumam ter barrinhas belamente equilibradas. Esse gráfico é útil para ter uma ideia quantitativa do seu treinamento. Para quem nunca treinou de forma sistemática, um desafio: tente evitar “buracos” no seu gráfico de atividades.

Dica #4: Olhe e aprenda a usar a ferramenta de análise de atividade

Analisando os dados de uma prova de estrada da categoria elite feminina. Há uma série de subidas curtas pouco após o início, uma subida longa e não muito dura no meio e uma subida longa e dura próxima ao final.

Aqui está o pote de ouro para quem gosta de ver o esforço por meio de números. Abra uma atividade (o registro de um treino) e entre em “análise”, à esquerda. Você verá o mapa, o perfil altimétrico, a correspondência dos segmentos, e uma representação linear (a partir da distância percorrida ou do tempo real decorrido) de todos os dados que estiverem disponíveis: velocidade, potência (aferida ou estimada), frequência cardíaca, cadência e temperatura. À esquerda, os valores máximos e médios para o trecho selecionado. Passe o mouse sobre os gráficos e você terá uma leitura de cada ponto. E o melhor, é possível selecionar um trecho da atividade, clicando e arrastando o mouse.

O Strava irá indicar a duração, distância, desnível e gradiente de inclinação (se for o caso) da seleção, bem como as máximas e médias de todos os sensores apenas do trecho selecionado. É excelente para analisar apenas uma determinada parte do treino. Além disso, você pode arrastar, ampliar e reduzir a seleção.

Seleção e zoom de um trecho de 4,8 km a 7% da subida longa e dura no final da mesma atividade acima. A subida foi bem constante tanto em desnível quanto em esforço. Você consegue adivinhar o que estava acontecendo no trecho sobre o qual o mouse está apontando?

Para os membros Premium, há ainda os histogramas de potência e frequência cardíaca e a curva de potência para a atividade, que sumarizam os dados em gráficos mais compreensíveis para uma análise mais aprofundada. Membros Premium também obtém o Suffer Score, que é um índice de esforço baseado no tempo empenhado em cada zona de frequência cardíaca durante o treino, e o índice de intensidade, que é uma estimativa do impacto causado pelo treino baseado em dados de potência.

Histograma de distribuição de potência na atividade em intervalos de 25 watts no eixo horizontal e tempo no eixo vertical.

Dica #5: “Fitness & Vigor”
Outra funcionalidade exclusiva para membros Premium é a seção Fitness & Freshness, que recebeu uma tradução um pouco vaga para o português. É a mesma função de gerenciamento da performance presente em várias outras ferramentas de análise, como Training Peaks, WKO+, Golden Cheeath, Cycling Analytics etc.

O gráfico de gerenciamento de performance chama-se “Fitnesse & Vigor” no Strava.

A partir dos índices Suffer Score e Intensidade, o Strava indica sua carga crônica e aguda de treinamento e a fadiga residual. Ou seja, como anda seu condicionamento geral, sua forma no momento e se está precisando de uma recuperação ou pronto para um treino duro. É um tremendo esclarecimento visual de como seu treinamento está progredindo!

Dica #6: Defina metas
Ok, definir metas para segmentos é uma outra função Premium, mas qualquer um pode escolher um segmento legal e anotar em um papel o tempo-alvo. Por exemplo, você já subiu forte aquela serrinha técnica e dura perto da sua cidade, mas está lá no meio do bolo no ranking do segmento. Será que consegue melhorar o tempo em 10, ou 15%? Ou ainda, quanto falta para colocar seu nome na primeira página do ranking?

Para muitos, buscar um RP (Recorde Pessoal, a medalhinha de ouro) é uma brincadeira simples que ajuda a manter a motivação. Nós queremos melhorar, ficar sempre pelo menos um pouco (ou muito mais) mais fortes e resistentes. O segmentos são uma boa maneira de propor um desafio pessoal e manter o treinamento em dia.

Dica #7: Compare esforços
Ao selecionar um segmento em uma atividade, você pode clicar em “comparar” e ter acesso a outra função interessante. O Strava irá elaborar uma corrida virtual entre o esforço selecionado e o melhor tempo disponível – que pode ser o seu melhor tempo, ou o tempo do atual KOM, ou mesmo o tempo do segundo colocado no ranking, caso você seja o KOM. Embora sua utilidade prática seja restrita a situações muito específicas, a comparação ajuda a entender onde você está indo bem ou indo não tão bem em relação aos outros ciclistas.

Dica #8: Compare suas atividades semelhantes
Dedique um tempo a procurar e revisar seus treinos antigos. Comparar treinos realizados em percursos e condições semelhantes é uma maneira válida, embora muito pouco precisa, de verificar os efeitos do seu treinamento. Selecione trechos equivalentes e veja os gráficos e os números. Você pode descobrir coisas interessantes sobre como seu corpo reage atualmente e como reagia há um ano atrás, por exemplo.

Dica #9: Descubra novos lugares
Se você é novo na cidade ou está preparando uma viagem de bike, vale a pena utilizar 3 estratégias para conhecer novos lugares adequados para a sua modalidade.

Primeiro, experimente o sensacional Strava Heat Map, que mostra os locais mais “pedalados” no mundo inteiro, baseado nos dados das atividades (labs.strava.com/heatmap/).

Segundo, invista um tempo no “Explorador de segmentos”, uma seção com um mapa em que aparecem os segmentos da região visualizada.

Terceiro, abra atividades aleatórias nos segmentos que você explorou e veja o percurso feito pelos ciclistas, de onde saem, quais lugares/estradas evitam e onde param para lanchar. É possível descobrir muita coisa com uma boa investigação!

O Heat Map em São Paulo – quanto maior o tráfego de ciclistas, maior o brilho.

Dica #10: Esqueceu o GPS ligado? Crop!
Situação muito comum: acabou a trilha, a bike vai pro teto do carro, bate-papo com o resto do pessoal, ir embora pra casa tomar um banho. Tudo isso sem encerrar a gravação da atividade. Depois do upload, o que era um pedal de duas horas vira uma viagem com máximas de 120 km/h e KOM em todos os segmentos pelo caminho. Não é bonito nem engraçado: aprenda a recortar a atividade! Encontre o ponto onde o treino deveria ter terminado e exclua a porção a partir dali. Vai evitar que sinalizem sua atividade!

Típico registro de quem esqueceu de desligar o GPS no fim do pedal.

Dica #11: Quando e como sinalizar atividades
O Strava é uma comunidade moderada e policiada pelos próprios membros. Se algum engraçadinho resolve gravar todas as idas para o trabalho de carro no Strava (acredite, há quem faça isso na cara dura), cabe a nós manter a ordem e sinalizar a atividade que não corresponde ao espírito da comunidade.

Há outros casos, como o exemplo do “esquecimento”, ou registros com dados corrompidos. Essas atividades incorretas acabam poluindo os rankings de segmentos. Outra situação, essa mais polêmica, acontece quando o ciclista vai no “vácuo”, seja planejado (como um treino de ritmo atrás da moto do treinador) ou quando passa aquele caminhão lento e, adivinhe, lá vai o ciclista atrás sendo sugado quilômetros afora.

Um amigo argumentou comigo que, mesmo com a ajuda, o esforço foi empenhado e portanto é válido. Outros (inclusive as próprias regras oficiais do Strava) são contrários a isso. De qualquer forma, se você ficar em dúvidas ao ver que seu amigo saiu para treinar e percorreu aquele quilômetro no falso-plano em aclive a sensacionais 60 km/h, dê uma olhada na seção de análise do treino. Ganho abrupto de velocidade, cadência inconstante e aumento da temperatura são indícios de que ele andou lendo a placa do caminhão muito de perto!

Dica #12: Dê um nome legal aos seus treinos.
Nem todo mundo tem tempo, paciência ou capacidade para compor algo, ainda que breve. Mas sempre temos algo a dizer sobre nossos treinos! Seja criativo!

Dica #13: Dê Kudos
Afinal de contas, é uma rede social. Kudos são quase tão importantes para o bem-estar coletivo quanto acenar para os outros ciclistas na estrada/trilha. Simplesmente o faça!

Dica #14: Experimente o Flybys
Falando em acenar, quem será que estava naquele grupo pelo qual você passou no quilômetro 60? E qual caminho pegou seu parceiro de trilha depois que ele desapareceu na bifurcação? Experimente clicar em “Ver Flybys”, logo abaixo do título na página de visão geral de uma atividade. Você será levado para um mapa em que poderá dar um verdadeiro replay no treino e ver quem passou por você. Muito bacana!

Além de servir para descobrir por quem você passou na estrada, o Flybys também é útil para verificar se aquela história que te contaram sobre alguém ter deixado todo mundo para trás na subida é verdadeira.

Dica #15: Veja o que os profissionais estão fazendo
Há muitos profissionais no Strava, de várias modalidades, incluindo ciclismo de estrada, mountain bike, triatlo, etc. Dê uma olhada na página que agrega os pros (link: https://www.strava.com/pros) e descubra um pouco da rotina deles!

Dica #16: Não crie segmentos desnecessários e sem sentido
O Strava está infestado de segmentos estilo “Da porta da padaria da esquina até a casa n.66 no meio da subida depois de virar à direita na primeira rua do bairro”. Tenha critério: pense em locais relevantes, defina pontos de início e término coerentes e identificáveis… e tenha bom senso.

Segmentos são a diversão do Strava, mas nem sempre.

Dica #17: Amadureça
Disputas amigáveis e rivalidades saudáveis por KOMs no Strava costumam ser divertidas e render boas histórias. Mas há quem fique ofendido com esse tipo de coisa. Às vezes, algumas coisas simplesmente não valem a pena…

Espero que tenham gostado das dicas. Retornarei em breve com mais textos.

Obrigado e até a próxima!

Visite o site de Gabriel Vargas: www.gabrielvargas.com.br

Envie sua pergunta para gabrielrvargas@gmail.com

Fonte: Bikemagazine
Fotos de divulgação Strava

 

Pré-treino, quando utilizar?

Fala galera! Hoje vamos discutir a respeito de um tema que vem sendo muito discutido pelos praticantes da musculação e fisiculturismo. A necessidade ( ou não ) e a eficácia de se aderir ao uso dos chamados pré-treinos, que são a nova febre do mercado da suplementação nacional e internacional. Os estudos contínuos aliados a uma tecnologia crescente permitiram a entrada de um novo modelo de combinação de nutrientes chamado de pré workout, utilizado justamente antes das sessões de musculação prometendo energia, pump, vascularização, aumento de rendimento e outras coisas mais.

Composição Pré-Treino

CREATINA – Como sabemos é o principal suplemento para aumento do rendimento esportivo;

BCAA – Ativo na recuperação muscular e evita o catabolismo;

CAFEÍNA – Aumenta a disposição, termogênese, etc;

TAURINA – Outro estimulante que aliado à cafeína é eficaz na queima de gordura e disposição.

Muitos destes suplementos contém Arginina, que segundo algumas teorias promovem vasodilatação ( teorias que geram controvérsias onde estudos recentes provam sua ineficácia para essa utilidade) Beta alanina, um aminoácido não essencial que comprovadamente aumenta a performance muscular.

Recentemente aderi a experimentar um suplemento deste tipo para comprovar sua eficiência,  usei o Neuro Boost da Integralmédica, o aumento do meu rendimento foi considerável.

Sinceramente, acredito que foi eficaz para meu programa de treino e objetivo atual. Estou em cutting até o fim do ano, então, minhas refeições são reduzidas, onde consumo menos calorias afim de queimar gordura e ganhar definição. Isso, obviamente me tirava força para executar exercícios onde em fase de bulking eu usaria mais carga e teria maior resistência.

O suplemento tem um blend de vitaminas, cafeína, taurina, ácido fólico, magnésio, cálcio, sódio, beta alanina.

Achei o gosto do suplemento ruim, de limão, porém insuportável. Tomei geralmente cerca de 20 minutos antes do treino. Na primeira semana já aumentei a carga dos meus principais exercícios ( Supino, Lev Terra, Agachamento, Rosca Direta ) e tive mais resistência para aguentar até o fim do treino usando a carga superior com qualidade nos movimentos. O pump também aumentou bastante, o que naturalmente é muito incentivador aos que treinam pesado. Enfim, achei realmente uma ótima opção ao meu estilo e intensidade de treino, e comparado aos preços dos suplementos gringos o custo beneficio neste caso para quem opta por um pré-workout, pra mim , valeu a pena.

Será que você realmente precisa de um Pré-Treino?

Se você é iniciante ou intermediário, acredito que ainda não é o caso. Procure um nutricionista ou médico caso queira optar por utilizar um pré-workout. Alguns podem causar  tonturas, frequência irregular do batimento cardíaco, dificuldades respiratórias e outros efeitos não interessantes.

Acredito que quem treina em um nível avançado e quer dar um UP na carga, ou encontra-se estagnado, pode se tornar uma boa opção, assim como foi pra mim.

Fonte: http://www.dicasdetreino.com.br/pre-treino-quando-utilizar/

Heptacampeão do Iron Biker tenta seu primeiro título no Rally Cerapió

Heptacampeão do Iron Biker Brasil, o mineiro Thiago Drews Elias, conhecido pelo nome de guerra,Brou Bruto, confirmou sua participação no Rally Cerapió, que acontecerá entre os dias 25 a 30 de janeiro, nos estados do Ceará e do Piauí. Atleta da equipe Cannondale Free Force, Brou irá unir forças com a equipe piauiense Evo Pro Team, de Teresina para encarar quatro dias de maratona da prova, que este ano completa sua 29ª edição.

Brou, que compete pela categoria Master A-2 (35 a 39 anos), é um atleta a ser batido, já que acumula títulos como o heptacampeonato do Iron Biker Brasil, prova internacional que acontece nas regiões de Ouro Preto e Mariana, reunindo cerca de 1500 ciclistas de vários países.

Thiago Drews Elias, o Brou Bruto – Foto? Divulgação / FCPG1

Thiago Drews Elias, o Brou Bruto – Foto? Divulgação / FCPG1

Além do Iron Biker, Brou é pentacampeão do Big Biker Pro; campeão do 12 Horas de MTB, em 2014, São Paulo; tricampeão do 6 Horas MTB (2011, 2013 e 2015 – São Paulo) e campeão da Taça Brasil de XCO, em 2015. Brou também é brutal em corridas de aventura que reúnem três modalidades – ciclismo, corrida a pé e remo, sendo o atual campeão brasileiro da modalidade, conquistado no Rio de Janeiro, no ano passado, além de campeão na mesma modalidade do XK Traverse, na cidade de Tucuman, na Argentina, em 2014.

O mineiro aceitou o convite do diretor da Equipe Evo Pro Team, Bruno Viana, que é revendedor da marca Cannondale em Teresina.

A competição nordestina já é relativamente familiar a Brou Bruto: em 2011 estava inscrito, mas ainda no avião contraiu uma infecção intestinal e teve que voltar para casa. Já em 2013, participou, competiu bem nas três primeiras etapas e não foi bem na última: “Em 2013 não fui bem, havia atletas mais preparados que eu. Nesse ano estou mais focado e mais treinado. A Equipe Evo será fundamental para mim, porque temos as mesmas vontades e boa estrutura. Na minha categoria competirei com atletas muito fortes, não tem facilidade. A prova irá passar na região de Picos, que tem muitas trilhas e serras, que é o que eu mais gosto, pois meu perfil é prova longa com muita trilha. O calor também me favorece mais que o frio. Espero uma receptividade muito grande aí, porque o pessoal do Ceará e do Piauí compartilha das mesmas ideias que eu e a motivação será recíproca, pois acredito que motivação seja o mais importante para encarar cada dia. Espero fazer uma prova divertida, sei que será sofrido, bruto demais”, disse.

Assim como Brou, outros atletas da equipe estão focados e de olho no pódio do rally, como o tricampeão piauiense de mountain bike e atual campeão piauiense de ciclismo de estrada, Nilo Veloso Neto. Nilo conquistou o campeonato piauiense consecutivamente em 2013 (Sub-30), 2014 e em 2015 na sua atual categoria, a Master A-1.

Nilo Veloso Neto – Foto: Divulgação / FCP

Nilo Veloso Neto – Foto: Divulgação / FCP

Nilo também terminou a última temporada como 5º colocado no ranking nacional de mountain bike XCM (maratona) e foi o 7º colocado no Campeonato Brasileiro de MTB Maratona, realizado em Picos, no ano passado.

“Será minha quinta participação no Cerapió, no qual meu melhor resultado foi no ano passado, com o vice-campeonato. Este ano, quero ser campeão. Tenho intensificado os treinos e acredito que o percurso está bem elaborado, com dificuldade maior na primeira etapa, no Ceará, devido à altimetria, pois não temos aqui esse tipo de terreno para treino”, disse.

Na categoria Elite, o Cerapió terá a presença do atual campeão piauiense de MTB, Marcelo Trindade (Evo Pro Team) e que vai buscar bons resultados, aproveitando a boa fase física e técnica.

A pentacampeã piauiense de mountain bike, Carmem Castro, que mora em Parnaíba, no litoral do Piauí, também é nome forte na equipe, mas deve participar apenas das etapas finais do rally, que terá pontuação válida pelo Campeonato Piauiense de Mountain Bike. Carmem foi vice-campeã do Piocerá 2015, categoria Elite, que teve como campeã a cearense Joana Nóbrega, e 3º lugar no Piocerá 2013. A outra atleta Evo confirmada é Karine Frota, há pouco mais de um ano praticando o MTB.

A equipe Evo vai mesmo em busca de vitórias, afinal Matheus Sousa, que mora na cidade de Altos, próximo a Teresina, é um dos destaques estaduais. Com apenas 16 anos, ele é três vezes campeão piauiense de MTB, campeão Norte-Nordeste de MTB, 2º colocado na prova 100 KM de Brasília, no ano passado, campeão Norte-Nordeste de Ciclismo (speed), todos na categoria juvenil. No Rally Piocerá 2015 conquistou o título de campeão já na categoria júnior. “Agora entro de vez para a categoria júnior e espero um grau bem elevado de dificuldade na prova, que é desgastante e vai exigir de todos os atletas um preparo físico excelente para concluir bem os quatro dias”, considera. Compõem ainda a equipe os atletas piauienses Márcio Pessoa, categoria Master A-1, e Alberto Luiz Chaves, da Master B-1.

O Rally Cerapió terá as duas etapas finais, em solo piauiense, valendo pela abertura do Campeonato Piauiense de Mountain Bike, evento oficial da Federação de Ciclismo do Piauí – FCP. No dia 29 de janeiro, sendo o trecho Picos a Ipiranga, com 65 km de percurso, e no dia 30, um circuito de 75 km com largada e chegada no Parque Potycabana, em Teresina. O presidente da FCP, George Rodrigues, informa que as duas etapas valerão como uma para efeito do ranking estadual. As inscrições continuam abertas no site  www.cerapio.com.br

Fonte: mtbbrasilia.com.br